1970
Albatrozes feridos Imprimir E-mail
Escrito por Franco G. Rovedo   
Qui, 01 de Setembro de 2016 23:04

O Brasil dos anos 70 vivia o milagre econômico; as inaugurações de obras ocorriam todos os dias. Qualquer novidade era motivo de festas e eventos que traziam atrações especiais durante os finais de semana. Casimiro Rosa, o "Sócio", estava sempre atento a estas programações e oferecia as demonstrações de paraquedismo do clube. Aliás, esta disposição e empenho foram grandes responsáveis pelo desenvolvimento do esporte no Paraná.



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O nome do PQD Imprimir E-mail
Escrito por Franco G. Rovedo   
Ter, 26 de Julho de 2016 05:56

A relação entre o paraquedismo e o jornalismo tem algumas passagens ótimas.

Lá pelos anos 70, uma repórter foi até a área de salto entrevistar um paraquedista que havia acabado de realizar uma demonstração bastante perigosa.

O japonês paraquedista, nascido em Paranavaí, havia comandado muito baixo depois de ter se distraído em loopings não planejados.

Assim que aterrou, a jornalista o alcançou no campo e disparou perguntas sobre o perigo do esporte e outras curiosidades.

Ao terminar a reportagem a jovem perguntou:

– Qual o seu nome completo comandante?

– É Frank Amaro de Souza.

– Como? - Perguntou, enquanto anotava.

– É Frank... Com "K" mudo -  respondeu, tirando a dúvida que todos sempre tinham.

Para diversão de todos, a reportagem foi ao ar com a seguinte legenda:

"Entrevista com o Comandante Kamudo"



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